Logo nos primeiros anos de funcionamento, a Granado fabricava e distribuía produtos capazes de competir ou mesmo substituir similares que vinham da Europa. A lista das “especialidades pharmaceuticas" era imensa: ampolas, elixires, licores, poções, tônicos, xaropes etc. Na fabricação desses medicamentos utilizava-se plantas medicinais. Outros, eram produzidos com base alcoólica, como os vinhos terapêuticos – sendo Água Inglesa o mais famoso deles.

A Granado também era importante fabricante de produtos para toalete sob a chancela “Perfumaria Helios”: águas de colônia, dentifrícios, talcos, cremes e pós-de-arroz encantavam as mais “elegantes senhoras”, como eram anunciados.

 

Em meados da década de 1940, a indústria farmacêutica passou a produzir medicamentos com princípios ativos quimicamente elaborados. Com isso, a maior parte dos produtos Granado – baseados em compostos fitoterápicos –aos poucos deixou de ser produzida.

 

 

Sabonete Glicerina, pioneirismo

No começo do século XX, a Granado oferecia uma gama de sabonetes medicinais enriquecidos com altas concentrações de extratos naturais, como: Sulfuroso, Óleo de Cade, Coaltar, Benjoim, Enxofre, Aroba, Alcatrão da Noruega, Ácido Salicílico, Ácido Fênico, Ácido Bórico entre outros.

 

Em 1915, chegou ao mercado o Sabonete Medicinal Glicerina, com uma fórmula suave que oferecia mais maciez e hidratação para a pele. Em 1998, a fórmula se renova, passando a ser fabricada com glicerina vegetal. A Granado se torna pioneira na produção de sabonetes livres de ingredientes de origem animal no Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Polvilho Antisséptico, a grande criação

Em 1903, João Bernardo Granado desenvolveu a fórmula do Polvilho Antisséptico: um ícone da marca e um marco da época. Aprovada por Oswaldo Cruz, sua fórmula permanece inalterada e única no mundo. O Polvilho, assim como o esporte mais popular do país, caiu no gosto e nos pés dos brasileiros.

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